cafeinafacts
Coisas que você pensa tomando café às 3 da manhã...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Mistério
Por que funkeiros tem grana pra comprar um celular fodástico, mas não tem 15 malditos reais pra comprar um FONE?????
Superar coisas é...
... Ver o perfil de alguém que te magoou no facebook e dar mais atenção em comer um cheesburguer...
sexta-feira, 25 de março de 2011
Um paraense no Rio
Começando uma nova Sessão aqui no blog mais visitado... pela minha mãe e talvez dois parentes (minha namorada desistiu, eu acho). Um paraense no Rio contará minhas aventuras por esse estado maravilhoso, [insira adjetivos elogiosos aqui].
Bom, mudei. Com um pouco de coragem, cara de pau e 300 reais na carteira (oi mãe, não eram mil) me mudei pra Niterói semana passada (data estelar 19 de março de 2011, Data, me traga o café). Objetivo simples e claro de dominar o mundo e mais 24 planetas a minha escolha. Fácil. Bom, quase...
O Rio é bem grande [dãã] e não deixa de me causar estranheza o fato de que uma viagem do trabalho pra casa possa durar 3 HORAS. Também é estranho o fato de as pessoas estarem acostumadas com o transito ruim e horas de engarrafamento. É engraçado. Em Belém (lá de onde eu vim... #retirantestyle), podes ir ANDANDO de um lugar a outro, desde que estejas consciente de que vai chegar ao lugar que queres ensopado de suor. Não sei se repararam mais falei em belemense. Nós usamos o "tu" como pronome e conjugamos de maneira correta (gaúchos sucks) o que causa estranheza para alguns daqui. Na primeira vez que vim pra cá, ainda como turista, quando eu disse pra um carioca "tu dizes", o cara me olhou estranho e perguntou: "po cara, porque cê tá falando que nem Jesus, bróder?". Queria dizer que segundo o Pascoale Cipro Neto, o nome disso é português e é usado no Brasil, alguns países da África, Portugal e algumas localidades da China (algum amigo carioca chiando em 5, 4, 3...).
Outra coisa interessante: cariocas andando em calçadas não dão passagem. ELES QUEREM PASSAR NO MEIO DE VOCÊ. Dá quase medo andar nas ruas do centro do Rio. As pessoas não te esbarram, elas te atacam. Fui violentamente atropelado por uma velinha que devia ter uns 80 anos. Ela me ameaçou com um andador e tudo. Tenso demais...
Hum... ah, descobri que aqui, mingau de milho = canjica. Ou o que a gente em Belém chama de mingau de milho aqui é chamado de canjica (essa descoberta mudará os rumos da humanidade).
Bom, por enquanto é só, vou alí viver mais um pouquinho pra ter assunto.
Bom, mudei. Com um pouco de coragem, cara de pau e 300 reais na carteira (oi mãe, não eram mil) me mudei pra Niterói semana passada (data estelar 19 de março de 2011, Data, me traga o café). Objetivo simples e claro de dominar o mundo e mais 24 planetas a minha escolha. Fácil. Bom, quase...
O Rio é bem grande [dãã] e não deixa de me causar estranheza o fato de que uma viagem do trabalho pra casa possa durar 3 HORAS. Também é estranho o fato de as pessoas estarem acostumadas com o transito ruim e horas de engarrafamento. É engraçado. Em Belém (lá de onde eu vim... #retirantestyle), podes ir ANDANDO de um lugar a outro, desde que estejas consciente de que vai chegar ao lugar que queres ensopado de suor. Não sei se repararam mais falei em belemense. Nós usamos o "tu" como pronome e conjugamos de maneira correta (gaúchos sucks) o que causa estranheza para alguns daqui. Na primeira vez que vim pra cá, ainda como turista, quando eu disse pra um carioca "tu dizes", o cara me olhou estranho e perguntou: "po cara, porque cê tá falando que nem Jesus, bróder?". Queria dizer que segundo o Pascoale Cipro Neto, o nome disso é português e é usado no Brasil, alguns países da África, Portugal e algumas localidades da China (algum amigo carioca chiando em 5, 4, 3...).
Outra coisa interessante: cariocas andando em calçadas não dão passagem. ELES QUEREM PASSAR NO MEIO DE VOCÊ. Dá quase medo andar nas ruas do centro do Rio. As pessoas não te esbarram, elas te atacam. Fui violentamente atropelado por uma velinha que devia ter uns 80 anos. Ela me ameaçou com um andador e tudo. Tenso demais...
Hum... ah, descobri que aqui, mingau de milho = canjica. Ou o que a gente em Belém chama de mingau de milho aqui é chamado de canjica (essa descoberta mudará os rumos da humanidade).
Bom, por enquanto é só, vou alí viver mais um pouquinho pra ter assunto.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Mães não são boas em indicar coisas...
Mãe arrumando o quarto, o filho passa:
Mãe: "filho, pega aquele coisa alí pra mim?"
Filho: "que coisa?"
Mãe: "aquele coisa que tá do lado do negócio ali"
Filho (já confuso):"HEIN??? que negócio????"
Mãe (não apontando nada):"ali, ó!!"
Filho: "ali onde, caramba???"
Mãe (Brava com você e te achando inútil, indo pegar ela mesma o ESPANADOR ao lado do SOM da sala): "nada, esquece... que má vontade..."
me digam se nunca aconteceu com vocês...
Das bazucas e robôs gigantes.

Quem teve uma infância saudável ou razoavelmente decente, sentava toda manhã na frente da tv, sintonizava a manchete e via combates homéricos dos Changeman, Flashman, Maskman, Jiraya, Jiban, etc. Agora adulto pensei em uma coisa que na época não me veio a cabeça. Geralmente o passo a passo de destruição dos monstros era:
1 - bater pacas no monstro;
2 - destrurir o monstro pela primeira vez com uma bazuca que geralmente era feita da junção de todas as armas específicas de cada membro da equipe;3 - esperar um monstro-suporter que soltava um raio, pozinho, dercadurateston ou qualquer outro treco que fazia o monstro principal crescer e ficar muito mais forte;
4 - constatar que estavam em desvantagem, fazer sincronizadamente uma pose ridícula para chamar um robô gigante (a pose era imprescíndível), que vinha de uma espaçonave ou simplesmente ERA a espaçonave ;
5 - o robô gigante batia pacas no monstro e, finalmente;
6 - o robô gigante chama uma mega espada que vinha de uma nave (ou do nada mesmo), ou dá uma mega soco, ou um mega chute ou um mega qualquer coisa que destrói o monstro (dae o robô faz uma pose de vitória legal para a câmera).
Agora, alguém pelamordedeus me diz... não era mais fácil, SIMPLESMENTE, matar o monstrinho infeliz que fazia os outros monstros crescerem??? Inclusive com a própria bazuca que JÁ TAVA MONTADA e poupando assim inúmeras vidas e edifícios que SEMPRE são destruídos nessas lutas Robô x Monstro gigante?"Ô Pegasus, que que cê tá fazendo, meu filho?"
"Ae Dragon, tô colocando um outro projétil na power bazooka"
"Pra quê?!?!"
"Cara, eu vou matar esse gyodai safado, assim a gente não precisa mais se preocupar em combater monstros gigantes"
"Tá maluco? e nunca mais usar o change-robô? sabe quanto esse bicho custou? quanto demorou pra arranjar uma licitação pra fazer ele?"
"Er... não..."
"Muito, viu? custou pacas. E tu quer fazer dele uma peça de metal inútil? A gente pagou, agora bora usar o cara até o diabo dizer chega"
"Mas chefe..."
"Mas chefe o cacete!!! e os empreiteiros de tóquio? os caras que fazem a reconstrução dos prédios e fábricas que a gente destrói? como é que eles ficam? sabia que boa parte do pib do Japão vem dos empreendimentos imobiliários que a gente comanda?"
"O senhor escolhe os prédios que a gente destrói?"
"Claro pô, nunca ouviu falar em especulação imobiliária não?"
"Pô... eu..."
"E tem mais, sabe aqueles primos dekasseguis que tu mandou trazer do Brasil? tão empregados em que?"
"Er... eles estão no ramo da construção civíl..."
"Pedreiros!!! os caras são pedreiros!!! tu quer tirar o emprego deles?"
"Ahh!!! não senhor"
"Então pronto, deixa de frescura e faz logo tua pose de chamar o Robô... E ME TRAZ UM CAFÉ!!!"
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